| Barraca | Atendimentos | Fichas | Equivalente |
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Cada ficha queimada já vira consumo somado aqui. Com o custo unitário cadastrado, o CMV e a margem saem sozinhos — sem planilha.
| Produto | Barraca | Qtd | Fichas | Receita | Custo | Margem |
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Este ano contra os anteriores, direto do consumo real. Aparece quando houver mais de uma festa no banco.
Só produtos com controle ligado. A venda baixa sozinha; zerou, o cardápio esconde. Repor registra a contagem física (“contei 40 na prateleira”).
A exportação abre em nova aba e pede o login de novo se a sessão expirar.
Um retrato consistente de tudo (fichas, razão, fechamentos). Salve no seu celular de tempos em tempos — é o seguro contra o notebook morrer.
Apaga o nome e o telefone dos clientes (viram “cliente N”). O caixa, o razão e os fechamentos continuam intactos. Não tem volta — faça o backup antes e só depois do prazo de estorno.
Confirme depois de ver o Pix cair na conta. Com webhook do provedor configurado, isto aqui fica vazio sozinho.
| # | Cliente | Fichas | Valor | txid |
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Para quem paga em dinheiro ou maquininha. Cria a carteira e já credita as fichas; o cliente leva o link ou o QR da carteira.
Para quem paga em dinheiro e não tem celular. Nada de papel: a pessoa decora um número e um PIN e gasta em qualquer barraca dando os dois. Sem aparelho, sem imprimir nada.
A pessoa voltou com mais dinheiro.
A pessoa esqueceu quanto tem.
A pessoa esqueceu o PIN. O saldo continua intacto — troca só a senha.
Para barracas de terceiros: marque a dona e a taxa que a festa retém. Ao fechar, o sistema grava um retrato imutável do acerto — se uma venda já fechada for estornada depois, ela não some do passado: entra como ajuste no próximo fechamento.
Cada linha carrega o hash da anterior. O selo verde prova que o histórico não foi reescrito depois do acerto.
Todo movimento de fichas (recarga, venda, estorno) entra numa cadeia de hash: cada evento carrega o hash do anterior, então mexer numa linha antiga quebra a corrente e é detectado. Ancorar gera um recibo curto do estado atual e já tenta o carimbo de tempo gratuito no OpenTimestamps (ancorado no Bitcoin pelo calendário público) — depois disso ninguém reescreve o passado sem que a prova denuncie, nem quem controla o banco. O servidor também ancora sozinho de tempos em tempos quando há movimento novo.
O relatório completo para a comunidade: arrecadação por fonte, consumo, CMV/margem, conciliação, acertos por barraca e as provas de integridade (cadeia de hash e âncoras). Abre a impressão do navegador — “Salvar como PDF” e pronto.
Quem fez o quê: estornos, cancelamentos, fechamentos e configurações.
Uma página pública (/telao) para a TV do salão: total arrecadado ao vivo (fichas + doações + pré-venda), meta com termômetro e mural de quem doou. Desligado por padrão — ligue quando quiser expor o total.
Página pública /doar: Pix direto, sem virar ficha. Confirme aqui as pendentes; dinheiro no balcão entra confirmado.
Ingresso, mesa, frango, leitoa: pago antes pela página /prevenda, retirado no dia pelo comprovante. Quantidade limitada é reservada na hora — a mesa não vende duas vezes. “Numerado” dá número sequencial (mesa 12) na confirmação.
Para quem perdeu o link, trocou de celular ou limpou o navegador. O link é a credencial: gerar um novo derruba o antigo na hora — o que também resolve o caso do aparelho furtado.
| Nome | Telefone | Saldo |
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Com custo e estoque, o painel mostra o consumido, o CMV e a margem sozinho — e zerar o estoque marca “esgotado” na hora. Deixe em branco para não controlar.
Trocar o PIN (fim de turno, PIN vazado) ou derrubar todos os aparelhos de um operador (celular sumido). As duas ações valem na hora, em todos os dispositivos.